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Este livro de contos de Paulo Kellerman é um jogo de espelhos. Lá, reencontramo-nos com solidões, cumplicidades, anátemas e obsessões. Num ambiente urbano e intemporal as personagens desfiam-se em diálogos contidos e bastante reais, onde o jogo proposto é aquilo que não é realmente explícito nos contos tão bem construídos e a que Kellerman nos habituou. São, também, espaços de silêncio que dizem quase tudo.
Depois da atribuição do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, de 2005, da APE com o seu livro «Gastar Palavras», Paulo Kellerman apresenta-nos esta colectânea de estórias num registo vincado de uma obra que já poderemos considerar de autor.
Contos: “Paulo Kellerman mostra uma desenvoltura de temas e de processos, que nos convencem e entusiasmam..." Fernando Venâncio, Expresso
“Os melhores nomes que têm passado pelas páginas do DNa saltam daqui para a edição de obras literárias unanimemente apreciadas e elogiadas. A lista é saborosa: José Luís Peixoto, Pedro Mexia, Possidónio Cachapa, José Mário Silva, Paulo Kellerman, Luís Osório, para ficar pelos colaboradores mais regulares..." Pedro Rolo Duarte, DNa
"...Tem a primeira virtude da melancolia, o eco das vozes, derrapando com certo brilho na primeira curva da realidade, para uma viagem algo hipn6tica." Jorge Listopad, Jornal de Letras
"... Interessa é sublinhar o domínio técnico do estilo de Paulo Kellerman, bem como a singularidade dos enredos que lhe assomam ao papel." Hugo do Vale, MagazineArtes
Referência - 1501013 ISBN- 978-972-9250-23-1 Edição:Fevereiro 2007 PP: 112 Formato: 145 x 220 Capa: Brochado
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